quinta-feira, 10 de março de 2011
02:46 a.m.
Nunca reparei o quão idiota eu sou por imaginar você comigo, e perder o fôlego com isso. Imaginar seu rosto perfeito, com seus olhos cor de mel, sua boca perfeitamente desenhada, as maçãs do rosto salientes, com a pele meio rosada e macia. Parecia que meu estômago estava cheio de borboletas, e ia sair pela minha boca a qualquer instante. Aquilo era uma miragem, uma simples invenção barata do meu subconsciente pra satisfazer minha vontade momentânea de você.
Segurei minhas lágrimas novamente, pra esperar e chorar tudo no final; mas como nunca fui boa em guardar nada, aquilo disparou como as água de uma cachoeira descendo de uma montanha. Novamente, senti suas mãos frias acariciando meu rosto, deixando minhas bochechas levemente coradas. Me levantei rapidamente, antes mesmo que minhas lágrimas molhassem o lençol; não queria deixar vestígios de minha tristeza aparentemente desnecessária. Coloquei meu moletom, e deitei novamente na cama, e por fim fitei o teto. É incrível o poder que você tem sobre mim, sobre minhas emoções e até mesmo sobre meu corpo. E eu ainda acho idiota tudo isso que sinto por você...
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